Número do modelo
do cinturão
Descrição
RH2-Peça Nº: 68002-00
Cinturão de proteção contra quedas
com dois pontos com fivelas de
desengate rápido; alças de ombro
com comprimento ajustável; alças
de perna com comprimento ajustável.
(Consulte a Figura 17, pagina 130).
RH3-Peça Nº: 68003-00
Cinturão de proteção contra quedas
com quatro pontos com fivelas de
desengate rápido; alças de ombro
com comprimento ajustável; alças
de perna com comprimento ajustável;
cinto com comprimento ajustável
com fixações de posicionamento de
trabalho.
Limitações
O MSA PRD não deve ser usado fora dos limites ou para fins não previstos. Todas as inspeções
devem ser feitas por uma pessoa qualificada. Não tente alterar ou reparar o equipamento. É
PT
essencial para sua segurança que estas instruções sejam cumpridas e que o equipamento seja
devidamente utilizado.
•
O peso total do usuário (inclusive ferramentas) é de 59 kg (mínimo) a no máximo 140 kg.
•
O MSA PRD deve ser usado apenas por um usuário e apenas para finalidades de resgate.
•
Temperatura operacional -20°C a +60°C.
•
Temperatura operacional ampliada -40˚C a + 60˚C. Se a unidade for usada de -40˚C a -20°C
deve estar seca antes do uso.
•
A velocidade de descida é de 0,5 a 2 m/seg.
•
Após uma única descida, o dispositivo de descida deve ser retirado de serviço, os detalhes
devem ser registrados no registro de exame periódico e enviados à MSA.
•
Se ocorrer uma queda e o cinturão de proteção contra quedas suportar cargas durante uma
queda, deve ser retirado de serviço, os detalhes devem ser registrados no registro de exame
periódico e enviados à MSA.
•
A vida útil do produto pode ser afetada pelas condições ambientais.
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Materiais
Fita em poliéster
com conexões com
pintura em alumínio
a seco e anel em
D na proteção do
tórax em aço.
Fita em poliéster
com conexões com
pintura em alumínio
a seco, anel em D
na proteção do tórax
em aço e anéis em
D na proteção lateral
em aço.
Inspeções antes de usar e requisitos
Avaliação de risco e planejamento de resgate
O MSA PRD faz parte de um sistema de proteção contra quedas e,
portanto, é recomendável que, antes de realizar qualquer trabalho
em altura e em intervalos regulares durante o período de trabalho,
uma avaliação de risco seja executada. A avaliação de risco
deve incluir, entre outras coisas, altura de descida, caminho de
descida, adequabilidade das áreas de aterrissagem, bordas
desprotegidas e resgate.
Além da avaliação de risco é necessário garantir que haja um plano
de resgate para atender qualquer emergência que possa ocorrer
e o usuário precisa compreender todo o procedimento antes de
começar a trabalhar em altura. Isso deve incluir um plano de resgate
e os meios disponíveis para implementá-lo ao usar o equipamento.
O MSA PRD foi projetado principalmente como um sistema de auto-
resgate e para ajudar no planejamento de resgate. Entretanto,
se o usuário não puder iniciar o auto-resgate, existe um meio
secundário de liberação na área do ombro direito. Este meio
secundário é um laço emborrachado vermelho e preto (consulte a
Figura 3a) que pode ser puxado por um socorrista, manualmente,
com a ajuda da Haste de Resgate MSA PRD (consulte a Figura 3b) ou
por outros meios, para ativar a descida. Um conjunto de haste telescópica está disponível (peça
número 68099-00 da MSA) para esta finalidade.
A liberação secundária por um socorrista deve ser considerada na avaliação de risco. Quando
aplicável, a seleção de equipamentos e os planos de resgate devem estar em conformidade com
os requisitos da ANSI Z359.1-2007.
Força de fixação
EN
A estrutura de fixação deve ser capaz de suportar uma carga mínima de 12 kN.
Consulte a norma EN 795:2012 ou CEN/TS 16415:2013.
ANSI
A estrutura de fixação deve ser capaz de suportar uma carga certificada mínima de
16 kN ou 22,2 kN, na ausência de certificação. Consulte a norma ANSI Z359.14-2012
CLASSE B.
CSA
A estrutura de fixação deve ser capaz de suportar uma carga mínima de 22,2 kN.
Consulte a norma CSA Z259.15.
Observação: Se houver mais de um sistema de proteção contra quedas individual conectado à
mesma estrutura de apoio, os requisitos de força mencionados acima devem ser multiplicados
pelo número de sistemas de proteção fixados à estrutura de apoio.
Figura 3a
Figura 3b
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