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Isolamento Térmico Da Tubagem De Refrigerante; Cablagem; Cuidado; Caixa De Controlo E Posição De Ligação Da Cablagem - Mitsubishi Electric PUHY-P-YGM-A Installationshandbuch

Air-conditioners for building application outdoor unit
Inhaltsverzeichnis

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  • DEUTSCH, seite 15
[Fig. 9.3.2] (P.4)
A Analisador do sistema
B Botão inf.
D Válvula esférica
E Tubo de líquido
G Porta de serviço
H Junta de 3 vias
J Válvula
K Cilindro R410A
M Bomba de vácuo
N Para a unidade interior
O Unidade exterior
Nota:
Acrescente sempre uma quantidade de refrigerante apropriada. Além
disso, encha sempre o sistema com líquido refrigerante. Se o refrigeran-
te estiver em excesso ou em falta, dará origem a problemas.
Utilize um manómetro, tubo flexível de carga, e outras peças para o refri-
gerante, indicadas na unidade.
Utilize um gravímetro. (Um aparelho que consiga efectuar medições in-
feriores a 0,1 kg.)
Utilize uma bomba de vácuo com válvula de retenção de fluxo inverso.
(Manómetro de vácuo aconselhado: ROBINAIR 14830A Thermistor
Vacuum Gauge)
Utilize igualmente um manómetro de vácuo que atinja 65 Pa [abs]. ou
mais, depois de funcionar durante cinco minutos.
3 Carga do refrigerante
Uma vez que o refrigerante utilizado na unidade é não azeotrópico, deverá ser
carregado no estado líquido. Por conseguinte, ao carregar a unidade com re-
frigerante de uma botija, se esta não possuir um tubo-sifão, carregue o refri-
gerante líquido virando a botija de pernas para o ar, como indicado na figura
abaixo. Caso a botija possua um tubo-sifão idêntica à apresentada na figura à
direita, o refrigerante líquido poderá ser carregado com a botija em posição
vertical. Por conseguinte, preste atenção às especificações nela inscritas. Se
a unidade tiver de ser carregada com refrigerante gasoso, substitua todo o
refrigerante por novo. Não utilize refrigerante remanescente na botija.
[Fig. 9.3.3] (P.4)
A Tubo de sifão
B No caso de cilindro sem tubo de sifão
9.4. Isolamento térmico da tubagem de re-
frigerante
Proceda ao trabalho de isolamento da tubagem de refrigerante cobrindo separa-
damente os tubos de líquido e de gás com polietileno suficientemente espesso
para resistir ao calor, de modo que não haja folga na junta entre a unidade interior
e o material isolante e os materiais isolantes entre eles. Se o trabalho de isola-
mento não for suficiente, podem-se formar gotas de condensação, etc. Preste
especial atenção ao trabalho de isolamento em todo o espaço do tecto.
[Fig. 9.4.1] (P.5)
A Fio de aço
C Mástique oleoso de asfalto ou asfalto
D Material isolante de aquecimento A

10. Cablagem

10.1. Cuidado

1 Siga as instruções do seu governo quanto às normas técnicas relativas ao
equipamento eléctrico, às regulamentações de cablagem é às orientações de
cada companhia de electricidade.
2 A cablagem de controlo (a seguir referida como linha de transmissão) deve
estar distante (5 cm ou mais) da cablagem eléctrica para não ser afectada
pelo ruído eléctrico emitido pela cablagem eléctrica (Não introduza a linha de
transmissão nem o fio eléctrico no mesmo conduto).
3 Não se esqueça de efectuar o trabalho previsto de ligação à terra da unidade
exterior.
4 Preveja alguma folga da cablagem para a caixa da parte eléctrica das unida-
des interior e exterior, porque a caixa é, por vezes, removida aquando do
trabalho de manutenção.
5 Nunca ligue a corrente ao bloco terminal da linha de transmissão. Se o fizer,
as peças eléctricas queimam-se.
6 Para linha de transmissão, utilize cabos blindados de 2 condutores. Se as
linhas de transmissão de diferentes sistemas forem de cabos com o mesmo
multicondutor, a fraca transmissão e recepção daí resultante causará opera-
ções erradas.
7 Só a linha de transmissão específica deve ser ligada ao bloco terminal para
transmissão da unidade exterior.
(Linha de transmissão a ligar à unidade interior: bloco terminal TB3 para linha
de transmissão. Outra: bloco terminal TB7 para controlo centralizado)
A ligação errada impede o sistema de funcionar.
C Botão sup.
F Tubo de gás
I Válvula
L Balança
B Tubagem
E Cobertura exterior B
Fibra de vidro + Fio de aço
Material
isolante A de
Adesivo + Espuma de polietileno resistente ao calor + Fita adesiva
aquecimento
Interior
Fita de vinilo
Pano de cânhamo à prova de água + Asfal-
Cobertura
Exposto no solo
to de bronze
exterior B
Pano de cânhamo à prova de água + Chapa
Exterior
de zinco + Tinta a óleo
Nota:
Quando utilizar um revestimento de polietileno como material de reves-
timento, não é necessário roofing de asfalto.
Os fios eléctricos não devem ser revestidos de isolamento térmico.
[Fig. 9.4.2] (P.5)
A Tubo de líquido
B
D Fita de acabamento
E
[Fig. 9.4.3] (P.5)
Penetrações
[Fig. 9.4.4] (P.5)
<A> Parede interna (encoberta)
<C> Parede externa (exposta)
<E> Veio do tubo do tecto
<F> Porção de penetração no limite do fogo e na parede limítrofe
A Camisa
C Revestimento
E Banda
G Camisa com rebordo
I Argamassa ou outras calafetagens incombustíveis
J Material isolante de aquecimento incombustível
Quando encher um buraco com argamassa, tape a parte de penetração com uma
chapa de aço para não afectar o material isolante. No que diz respeito a esta
parte, utilize materiais incombustíveis, tanto para o isolamento como para a co-
bertura. (Não se deve usar cobertura de vinilo.)
Os materiais de isolamento dos tubos a serem colocados no local deverão
estar de acordo com as seguintes especificações:
ø6,35 a ø25,4 mm
Espessura
Resistência Térmica
*
A instalação dos tubos em ambientes com temperatura e humidade elevadas,
tais como o piso superior de um edifício, poderá requerer a utilização de ma-
teriais de isolamento mais espessos do que o especificado na tabela apresen-
tada.
*
Quando for necessário seguir certas especificações apresentadas pelo clien-
te, certifique-se de que estas estão de acordo com o especificado na tabela.
8 Se ligar a um controlador de classe superior ou se efectuar uma operação de
grupo em sistemas de refrigerante diferentes, é necessária uma linha de con-
trolo de transmissão entre todas as unidades exteriores.
Ligue esta linha de controlo entre os blocos terminais para controlo centraliza-
do. (Linha de 2 fios sem polaridade).
Se efectuar uma operação de grupo num sistema de refrigerante diferente
sem a ligar a um controlador de classe superior, substitua a inserção do conector
de curto-circuito a partir do CN41 de uma unidade exterior para o CN40.
9 O grupo é regulado pela operação do controlo remoto.
10.2. Caixa de controlo e posição de ligação
da cablagem
1. Ligue a linha de transmissão da unidade interior ao bloco terminal de trans-
missão (TB3), ou ligue a cablagem entre as unidades exteriores ou a cablagem
com o sistema de controlo central ao bloco terminal de controlo central (TB7).
Quando utilizar cablagem blindada, ligue o fio de terra blindado da linha de
transmissão da unidade interior ao parafuso de terra (
do da linha de transmissão entre as unidades exteriores e a linha de transmis-
são do sistema de controlo central ao terminal blindado (S) do terminal blinda-
do (S) do bloco terminal de controlo central (TB7). Para além disso, no caso da
unidade exterior, cujo conector CN41 de corrente foi substituído pelo CN40, o
terminal blindado (S) do bloco central (TB7) do sistema de controlo central
também deve ser ligado à terra (
Fixe firmemente a cablagem no local adequado com uma braçadeira de ca-
bos na parte inferior do bloco terminal de modo a que a força externa não seja
exercida sobre o bloco terminal. A força externa exercida sobre o bloco termi-
nal pode danificar o bloco e provocar curto-circuito, falta de massa ou incên-
dio.
C
Tubo de gás
Fio eléctrico
Isolador
<B> Parede externa
<D> Piso (à prova de água)
B Material isolante de aquecimento
D Material de calafetagem
F Camada à prova de água
H Material de forro isolador
Tamanho do tubo
ø28,58 a ø38,1 mm
10 mm mín.
15 mm mín.
100 °C mín.
) o fio de terra blinda-
).
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