antiqueda, os meios de fixação, etc. são compatíveis entre si.
- Apenas podem ser utilizados dispositivos que correspondam às normas
europeias.
- É necessário estar atento aos perigos associados com a interligação de
componentes individuais, cuja combinação pode resultar em perigos para
o utilizador. É necessário prestar particular atenção à rigidez combinada
dos elementos individuais, por forma a evitar que a ativação do dispositivo
de prevenção de quedas em altura sofra uma interferência, seja retardado
ou desbloqueado por um ricochete..
- Antes de cada utilização é necessário proceder à inspeção visual de
todos os componentes do equipamento: dispositivo de prevenção de
quedas em altura, cinta, meio de fixação, arnês antiqueda. (#3.1).
• Estado do elemento de fixação.
• Estado da caixa e da montagem da caixa: sem deformações, sem
fissuras, sem marcas de impactos violentos, parafusos devidamente
apertados.
• Estado da correia: sem cortes nem desfiados, sem sinais de agressões
químicas, sem deformação.
• Estado do conetor automático: verificar o bom estado do
bloqueamento, a ausência de deformações e de corrosão, bem como a
não ativação do indicador de queda.
• A data de validade do aparelho também deverá ser verificada. A última
revisão deve datar de menos de um ano.
• Antes de qualquer utilização, verificar o acionamento do sistema de
segurança, puxando bruscamente a correia. O dispositivo antiqueda
deverá bloquear a correia e impedir o seu desenrolamento (#3.2).
Pelo contrário, ao puxar a correia de forma lenta e regular, esta pode
desenrolar-se normalmente e voltar a enrolar-se da mesma forma.
ATENÇÃO : A corda ou o meio de fixação nunca podem ser soltados
para efeitos de enrolamento; ambos têm de ser guiados com as mãos até
estarem totalmente enrolados. (#3.2).
- Mesmo que seja detetado apenas um defeito mínimo no estado ou no
funcionamento, ou se existirem dúvidas, é proibido usar o dispositivo,
tornando-se necessário enviá-lo para o fabricante ou uma oficina
autorizada, para fins de inspeção ou reparação. Se o dispositivo tiver
aparado uma queda, é obrigatório submetê-lo a uma inspeção.
- Em todo o caso, o dispositivo de prevenção de quedas em altura tem
de ser retirado de circulação e não pode continuar a ser utilizado antes
de uma pessoa com as devidas competências autorizar, por escrito, a
continuação da sua utilização.
DISPOSITIVO DE ANCORAGEM :
- Verificar antes de qualquer utilização se a ancoragem do equipamento
antiqueda está correta. O ponto de fixação ao qual o dispositivo antiqueda
está engatado, como os elementos utilizados para realizar a ancoragem,
devem estar em conformidade com a norma EN 795 (#3.5).
- O ponto de fixação deve estar situado acima do utilizador para uma
utilização exclusivamente vertical. Se o anti-queda puder ser usado na
horizontal (#1-9), consultar o complemento «Utilização horizontal» em
baixo.
- Se o dispositivo antiqueda for compatível em configuração de utilização
fator 2 (#1-12), o utilizador pode ultrapassar o ponto de fixação do
dispositivo. No entanto, em caso de queda, a distância de paragem
e o esforço máximo serão mais importantes. Nesta configuração de
utilização, a margem de segurança associada é, assim, mais importante
(#1-13).
- O anti-queda deve estar preso unicamente pela sua argola de
ancoragem (anel, orifício). O anti-queda não pode ser utilizado fixando a
argola de ancoragem ao arnês. Chama-se a atenção do utilizador para o
facto de que a pega de manutenção têxtil que existe em certos modelos
anti-queda não constitui de forma alguma uma argola de ancoragem
(#3.5).
- Apenas podem ser utilizados os elementos em conformidade com as
normas EN 362 e EN 795 (conetores, correias, lingas...).
- O equipamento antiqueda não deve, em caso algum, estar ligado a um
ridgegear.com
elemento da estrutura (#3.8), deve estar no alinhamento da ancoragem
e do ponto de fixação no arnês do utilizador.
- O equipamento antiqueda foi concebido para ser utilizado com um
arnês antiqueda como único meio de preensão de um indivíduo. É
conveniente garantir que este arnês está em conformidade com a norma
EN 361, que o seu tamanho é adequado ao tamanho do utilizador, que os
ajustes e a sua aplicação estão corretos, que as costuras, laços e correias
não apresentam deformações, ruturas, sinais de oxidação ou outros
danos.(#3.3)
- O conector na extremidade da correia deve ser bloqueado
exclusivamente na argola do arnês prevista para esse efeito (consultar o
manual de instruções do arnês que determina esse ponto).
CONDIÇÕES DE UTILIZAÇÃO :
- A fim de otimizar as condições de segurança durante os trabalhos
em altura, é importante limitar ao máximo os deslocamentos e efetuá-
los a uma velocidade moderada para que o equipamento antiqueda
funcione nas melhores condições. - A fim de limitar o efeito pendular,
não ultrapassar um ângulo de 30º em relação à vertical da fixação
(#3.6). Para a utilização na horizontal, consultar o parágrafo «Utilização
horizontal» seguinte.
- Em caso de queda pendular, a altura da queda vertical é maior do que
a de uma queda direta. Não se afastar do equilíbrio do ponto de fixação
do equipamento antiqueda a uma distância superior à metade da altura
compreendida entre o ponto de fixação e o plano de trabalho (#5).
- É necessário verificar antes de cada utilização que o espaço livre por
baixo do utilizador do equipamento antiqueda (tirante de ar) é pelo
menos, igual ao valor especificado nas características do aparelho (#1).
Verificar que não se apresenta nenhum obstáculo na trajetória de uma
eventual queda.
- A utilização do sistema anti-queda deve ser feita de forma a minimizar
o risco de queda e a altura da queda.
- Não utilizar sobre materiais espalhados, nos quais pode mergulhar
(#3.7).
- Para manter o equipamento em perfeitas condições de funcionamento,
este não deve ser utilizado em temperaturas situadas fora da margem
compreendida entre -30 °C e +50 °C (#3.11).
- Apesar da boa proteção alcançada pelo cárter, é importante não expor
o equipamento antiqueda, e em especial a correia, a ambientes agressivos
que englobem ácidos, bases ou solventes suscetíveis de danificar o
material, principalmente se a temperatura ambiente for elevada.
- Do mesmo modo, é necessário ter cuidado com a utilização do
equipamento antiqueda, evitando puxar a correia por pontas afiadas ou
rugosas que possam degradá-la. Utilizar proteções de detenção.
- No caso especial dos ARA de tensor Dyneema® (#1-1=D), o utilizador
não deve expor a corda do ARA a uma temperatura superior ou igual a
140°C. Este valor corresponde ao ponto de fusão do tensor Dyneema®.
Esta cinta também tem um baixo coeficiente de fricção.
- Existe o risco de lesão na cabeça ao usar um talabarte auto-retrátil
na posição invertida (consulte a tabela #1-15). Recomenda-se usar um
capacete de proteção ao mesmo tempo.
OUTROS AVISOS :
Quando forem necessários grandes deslocamentos, é possível usar
como ancoragem uma corda de salvamento flexível que cumpra a norma
EN795, classe C. De salientar que esta combinação deve ser alvo de um
exame CE de tipo. Neste caso, acrescenta-se à distância H que deverá
estar disponível abaixo do utilizador a deflexão da corda de salvamento.
Deverá ter-se em conta as indicações referidas no manual de instruções
da corda de salvamento. Deverá ser concedida uma atenção especial para
eliminar os eventuais riscos de ferimentos que poderão ser provocados
pelo choque em estruturas de construção durante a queda. No eventual
caso de queda sobre uma ponta, devem ser implementadas medidas de
socorro especiais. É importante e necessário que estas medidas sejam
definidas e experimentadas antes do início de qualquer intervenção.